Informações
Esfera administrativa
CNPJ
23.358.794/0001-65
Ano de abertura
2015
Instrumento de criação
Instituição mantenedora
ALDEIA OLOROKE TI EFON
Total de pessoas que trabalham no museu
2
Total de funcionários terceirizados do museu
0
O museu possui voluntários?
Não
O museu possui estagiários?
Não
O museu possui Regimento Interno?
Não
O museu possui Plano Museológico?
Não
O museu possui contrato para gestão?
Não
O museu é de caráter comunitário?
Sim
Temática do Museu
Total de bens culturais museológicos
Número de bens culturais museológicos
200
O número informado é exato ou aproximado?
Aproximado
Tipologia do acervo
Antropologia e Etnografia | Artes Visuais | História | Imagem e Som
Instrumentos de documentação de acervos utilizados
O museu possui Política de Aquisição de Acervo?
Não
O museu possui Política de Descarte do Acervo?
Não
Status do Museu
A entrada ao museu é cobrada?
Não
Dias e horários de abertura para o público
Visitação mediante agendamento prévio e nas festas públicas da Aldeia Oloroke Ti Efon
Infraestrutura para pessoas com dificuldade de locomoção
Infraestrutura para pessoas com deficiências auditivas e/ou visuais
Infraestrutura para atendimento a turistas estrangeiros
Se houver, informe outras infraestruturas para atendimento a turistas estrangeiros
A Egbome atende ao público falante do Ingles, francês e Alemão, com fluência.
Sobre existência de biblioteca
Sobre existência de arquivo histórico
O museu promove visitas com guia/mediador/monitor/educador/orientador?
Sim, SOMENTE mediante agendamento
O museu promove atividades educativas e culturais para públicos específicos?
Estudantes de ensino fundamental | Estudantes de ensino médio | Estudantes universitários | Indígenas, quilombolas ou outras comunidades tradicionais | Pesquisadores | Professores | Turistas estrangeiros
Galeria de Fotos
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Ìyálode Ójéwunmi Abébé O Abebe é associado a divindades femininas, principalmente Òṣun e Oyá, sendo usado tanto em danças quanto em rituais como um instrumento de poder, frescor e significados simbólicos do abèbè dentro dos rituais (como proteção, limpeza e ligação com a ancestralidade feminina) movimento das energias. Abebe é usado por sacerdotisa ((Leque de Realeza)
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Ilé Àṣẹ (Templo Sagrado) O Ilé Àṣẹ é o coração do terreiro, o espaço coletivo onde se realizam as festas públicas para os Òrìṣà. Nele, os atabaques ecoam, as danças se abrem em roda, os cânticos elevam o Axé e a comunidade se reúne para celebrar o sagrado. É um lugar de encontro, devoção e partilha, onde a força ancestral se manifesta em cada gesto, cor e som.
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IMG-20250908-WA0108 “Adeboluyè, chamada Maria Violão Filha da terra de Ekiti Efon, atravessou o mar em 1860 trazendo no peito o canto dos ancestrais. Na Bahia, firmou o Àṣẹ Ayànba Olorokè, semeando raízes que floresceram em Axé e resistência. Foi mãe de santo de Pai Cristóvão de Ògún, e através dele, sua herança alcançou o Rio de Janeiro. Mulher de coragem e sabedoria, guardiã da tradição, sua memória permanece viva, sustentando gerações com a força de Òrìṣà e a doçura da ancestralidade.”
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Ìyálode Ójéwunmi Ojùbọ̀ de Ògún O Ojùbọ̀ de Ògún é o lugar dedicado ao Senhor do ferro, da guerra justa e dos caminhos. Nele se colocam seus símbolos de força e proteção: ferramentas de ferro, bebidas, comidas , além de folhas sagradas. É o ponto de energia onde se reverencia Ògún como aquele que abre camino, defende e sustenta a vida com sua força.
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Ìyálode Ójéwunmi Ojùbọ̀ de Òṣóòṣì O Ojùbọ̀ de Òṣóòṣì é o altar do caçador divino, guardião da fartura e da justiça. Nele se colocam suas oferendas — milho, frutas, bebidas claras, arco e flecha — símbolos da caça e da abundância. É o ponto de força onde Òṣóòṣì abre os caminhos da sobrevivência, assegura alimento e protege com sua visão certeira.
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Ìyálode Ójéwunmi Orisa Yewá e O Babalorixa Alvinho D'Omolu “Na memória e no Axé, Babalorixá Alvinho de Òmòlú permanece vivo. Ao lado de Yewá, sua força, sabedoria e proteção continuam a guiar nossos caminhos. Nesta imagem, reverenciamos o legado de um guardião do Axé, cuja luz ecoa para sempre nos corações e orís que tocou.”
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Pai Cristóvão de Ògún Pai Cristóvão de Ògún – saudoso guardião do ferro e dos caminhos. Com sua coragem, trouxe do solo baiano o Àṣẹ Ekiti Efon e o plantou no Rio de Janeiro, fazendo nascer o Àṣẹ Ògún Anáuêjì Ìgbèlè ní Oman – Àṣẹ Pantanal. De suas mãos, ergueu-se também a Aldeia Olorokè Ti Efon, morada de Axé, memória e resistência. Sua presença vive em cada canto da aldeia, no som dos atabaques e na força dos que continuam sua missão. Ele partiu, mas sua obra permanece eterna, iluminando gerações com o brilho do ferro e a doçura da ancestralidade.
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Ìyálode Ójéwunmi Abébé O Abebe é associado a divindades femininas, principalmente Òṣun e Oyá, sendo usado tanto em danças quanto em rituais como um instrumento de poder, frescor e significados simbólicos do abèbè dentro dos rituais (como proteção, limpeza e ligação com a ancestralidade feminina) movimento das energias. Abebe é usado por sacerdotisa ((Leque de Realeza) -
Ìyálode Ójéwunmi Atabaques Run, Runpi e Lé Os atabaques são os tambores sagrados do Candomblé: rum, rumpi e lê. Juntos, conduzem os toques que chamam, louvam e sustentam a presença dos Òrìṣà, sendo a voz espiritual que conecta o terreiro ao sagrado. -
Ìyálode Ójéwunmi Cadeira do Orisa Osun Cadeira sagrada onde Orisa Osun senta. -
Ìyálode Ójéwunmi Fundadores do Asé As fotos dos fundadores do Àṣẹ guardam a memória viva de quem abriu caminhos e plantou a semente que hoje floresce em nossa casa. São rostos que representam coragem, sabedoria e devoção, eternamente presentes em nosso Axé. -
Ìyálode Ójéwunmi Fundadores do Asé As fotos dos fundadores do Àṣẹ guardam a memória viva de quem abriu caminhos e plantou a semente que hoje floresce em nossa casa. São rostos que representam coragem, sabedoria e devoção, eternamente presentes em nosso Axé. -
Ilé Àṣẹ (Templo Sagrado) O Ilé Àṣẹ é o coração do terreiro, o espaço coletivo onde se realizam as festas públicas para os Òrìṣà. Nele, os atabaques ecoam, as danças se abrem em roda, os cânticos elevam o Axé e a comunidade se reúne para celebrar o sagrado. É um lugar de encontro, devoção e partilha, onde a força ancestral se manifesta em cada gesto, cor e som. -
IMG-20250908-WA0108 “Adeboluyè, chamada Maria Violão Filha da terra de Ekiti Efon, atravessou o mar em 1860 trazendo no peito o canto dos ancestrais. Na Bahia, firmou o Àṣẹ Ayànba Olorokè, semeando raízes que floresceram em Axé e resistência. Foi mãe de santo de Pai Cristóvão de Ògún, e através dele, sua herança alcançou o Rio de Janeiro. Mulher de coragem e sabedoria, guardiã da tradição, sua memória permanece viva, sustentando gerações com a força de Òrìṣà e a doçura da ancestralidade.” -
Ìyálode Ójéwunmi Ìyálode Ójéwunmi Rosangela D'yewá' Ìyálòdé Ójéwunmi Rosangela D’Yewá, fundadora da Aldeia Olorokè Ti Efon, guardiã da memória ancestral Ekiti Efon, líder cultural e religiosa dedicada à preservação e valorização das tradições africanas e afro-brasileiras. -
Ìyálode Ójéwunmi Moções e Diplomas Oficiais Reconhecimentos concedidos pelo Governo a Ìyálòdé Rosangela D’Yewá da Aldeia Olorokè Ti Efon, como registro da sua contribuição para a cultura, a ancestralidade e a justiça social. -
Ìyálode Ójéwunmi Ojùbọ̀ de Ògún O Ojùbọ̀ de Ògún é o lugar dedicado ao Senhor do ferro, da guerra justa e dos caminhos. Nele se colocam seus símbolos de força e proteção: ferramentas de ferro, bebidas, comidas , além de folhas sagradas. É o ponto de energia onde se reverencia Ògún como aquele que abre camino, defende e sustenta a vida com sua força. -
Ìyálode Ójéwunmi Ojùbọ̀ de Òṣóòṣì O Ojùbọ̀ de Òṣóòṣì é o altar do caçador divino, guardião da fartura e da justiça. Nele se colocam suas oferendas — milho, frutas, bebidas claras, arco e flecha — símbolos da caça e da abundância. É o ponto de força onde Òṣóòṣì abre os caminhos da sobrevivência, assegura alimento e protege com sua visão certeira. -
Ìyálode Ójéwunmi Ojùbọ̀ de Òṣun Ojùbọ̀ de Òṣun, estamos nos referindo ao ponto de força, ou lugar de oferenda para Òṣun, seja dentro de um Ilé Aṣé (terreiro) ou em sua morada natural (rios, cachoeiras, fontes de água doce). -
Ìyálode Ójéwunmi Ojùbọ̀ Egbe o Ojùbọ̀ Egbe é o ponto de conexão com nossos irmãos espirituais, que sustentam, protegem e caminham ao nosso lado na jornada da vida. -
Ìyálode Ójéwunmi Orisa Yewá “Yewá vibra em meu orí, iluminando meu caminho com pureza, força e Axé das águas sagradas.” -
Ìyálode Ójéwunmi Orisa Yewá e O Babalorixa Alvinho D'Omolu “Na memória e no Axé, Babalorixá Alvinho de Òmòlú permanece vivo. Ao lado de Yewá, sua força, sabedoria e proteção continuam a guiar nossos caminhos. Nesta imagem, reverenciamos o legado de um guardião do Axé, cuja luz ecoa para sempre nos corações e orís que tocou.” -
Pai Cristóvão de Ògún Pai Cristóvão de Ògún – saudoso guardião do ferro e dos caminhos. Com sua coragem, trouxe do solo baiano o Àṣẹ Ekiti Efon e o plantou no Rio de Janeiro, fazendo nascer o Àṣẹ Ògún Anáuêjì Ìgbèlè ní Oman – Àṣẹ Pantanal. De suas mãos, ergueu-se também a Aldeia Olorokè Ti Efon, morada de Axé, memória e resistência. Sua presença vive em cada canto da aldeia, no som dos atabaques e na força dos que continuam sua missão. Ele partiu, mas sua obra permanece eterna, iluminando gerações com o brilho do ferro e a doçura da ancestralidade.
Endereço de visitação
Logradouro
Rua Nova Canaã
Número
29
Complemento
Taquara - Jacarepaguá
Bairro
Taquara
CEP
22723-160


Museu Cadastrado






