Informações
Esfera administrativa
CNPJ
76.244.961/0001-03
Ano de abertura
1990
Instrumento de criação
Instituição mantenedora
Prefeitura Municipal de Ibiporã
Total de pessoas que trabalham no museu
1
Total de funcionários terceirizados do museu
0
O museu possui voluntários?
Não
O museu possui estagiários?
Não
O museu possui Regimento Interno?
Não
O museu possui Plano Museológico?
Não
O museu possui contrato para gestão?
Não
O museu é de caráter comunitário?
Sim
Temática do Museu
Total de bens culturais museológicos
Número de bens culturais museológicos
16
O número informado é exato ou aproximado?
Exato
Tipologia do acervo
Instrumentos de documentação de acervos utilizados
Ficha de catalogação | Listagem digital (Word, Excel...) | Livro de registro/tombo/inventário manuscritos
O museu possui Política de Aquisição de Acervo?
Não
O museu possui Política de Descarte do Acervo?
Não
Status do Museu
A entrada ao museu é cobrada?
Não
Dias e horários de abertura para o público
Aberto 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Infraestrutura para pessoas com dificuldade de locomoção
Infraestrutura para pessoas com deficiências auditivas e/ou visuais
Infraestrutura para atendimento a turistas estrangeiros
Guia, monitor e/ou mediador | Material de divulgação impresso
O museu possui:
Sobre existência de biblioteca
Sobre existência de arquivo histórico
O museu promove visitas com guia/mediador/monitor/educador/orientador?
Sim, SOMENTE mediante agendamento
O museu promove atividades educativas e culturais para públicos específicos?
Estudantes de ensino fundamental | Estudantes de ensino médio | Estudantes universitários | Turistas estrangeiros
Tipo de manejo da unidade de conservação
Com relação ao acervo do museu virtual
Galeria de Fotos
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MONUMENTO DO CINQUENTENÁRIO DE IBIPORÃ - Henrique de Aragão 1997 MONUMENTO DO CINQUENTENÁRIO DE IBIPORÃ - Henrique de Aragão 1997 DEPOIMENTO DE HENRIQUE, SOBRE A OBRA: “Ibiporã não é uma terra que teve heróis ou uma história assim cheia de elementos míticos... É uma história recente, uma terra formada por pessoas simples que vieram para cá de todos os cantos, com mala e cuia para tentar uma vida melhor. Como o Paraná, ela é ‘terra de todas as gentes’. Como não tinha heróis, eu peguei os 12 signos do zodíaco oriental e ocidental, e coloquei a bicharada toda aí... Essa obra tem também um poço, que é a ‘cápsula do futuro’. E essa torre aponta para o sol e também a lua, é uma coluna que representa a nossa sede de infinito. Quem não sonha com o céu? Quem não pretende ultrapassar os próprios limites?” (Henrique, em entrevista em vídeo, 2014 – Acervo da SMCT).
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Monumento "Ibiporã 70 anos" - Henrique de Aragão/2017 Monumento "Ibiporã 70 anos" Trata-se de um mosaico artístico com ícones relativos a história de Ibiporã, desde as primeiras décadas – quando o café, a agricultura familiar e a tração animal marcavam o cotidiano das famílias – até chegar aos dias atuais, com o desenvolvimento industrial e as várias conquistas que a cidade obteve. Na parte de trás, a obra traz o nome dos prefeitos desde 1947 e também tem gravadas as mãos de 70 crianças de escolas da cidade, representando o compromisso com as futuras gerações (cada criança presente recebeu um certificado com o nome da escola e o número identificando sua mão no monumento).
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VERSO - Henrique de Aragão/1989 VERSO - Henrique de Aragão/1989 Pode-se falar de “Verso e Reverso” como uma obra de arte conjunta, pois, embora se trate de duas grandes esculturas em ferro, elas são complementares por suas formas e pelos significados opostos e complementares. "Verso" e "Reverso" foram instaladas em 1990, entre as primeiras obras do Museu de Esculturas ao Ar Livre de Ibiporã. Em “Verso”, as mãos de Henrique extraíram do ferro elasticidade, expansividade e alongamento. O conjunto remete a uma figura masculina que se projeta feliz ao ar livre e cuja visão sugere a leveza de um corpo aberto em expansão que, enquanto ascende para o infinito, sugere a linha circular de sua composição.
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REVERSO - Henrique de Aragão 1989 REVERSO - Henrique de Aragão 1989 Pode-se falar de “Verso e Reverso” como uma obra de arte conjunta, pois, embora se trate de duas grandes esculturas em ferro, elas são complementares por suas formas e pelos significados opostos e complementares. "Verso" e "Reverso" foram instaladas em 1990, entre as primeiras obras do Museu de Esculturas ao Ar Livre de Ibiporã. Em “Reverso” Henrique apresenta o ferro desestruturado, lânguido, distônico, prostrado de forma que a imagem de uma figura feminina remete à interioridade ou ao recolhimento, mas também ao cansaço, à desilusão, impotência e todos os demais aspectos da frágil condição humana.
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"VELAS AO VENTO" - Henrique de Aragão 2009 "VELAS AO VENTO" - Henrique de Aragão 2009 “Pai, Filho e Espírito Santo, que enchem a gente de esperança, de luz e de liberdade, e que ficam lá... não movem os pés do lugar, fica amando...” Dessa forma Henrique definiu a obra. “Velas ao Vento” (ou popularmente conhecida como a fonte) é um dos cartões postais da cidade e um ótimo cenário para fotografias principalmente dos recém-casados. De dia as águas dançam refletindo a luz do sol, ao cair da noite a luz solar dá espaço para os canhões de luz colorida que pintam água e mudam a aura e encanto da obra.
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DESFOLHANDO A MARGARIA - Letícia Marquez 1990 DESFOLHANDO A MARGARIA - Letícia Marquez 1990 Peça única da artista plástica Letícia Faria (que passou a assinar as obras como Letícia Marquez), compõe o Museu de Esculturas ao Ar Livre de Ibiporã. Trata-se de uma coluna cilíndrica de concreto revestida de pastilhas, com braços - segundo Letícia, os braços foram realizados a partir de um molde de um braço de um halterofilista, “porque queria mostrar a força do braço”, - esculpidos em aço inox no alto da escultura. A obra desperta a curiosidade do espectador, sugerindo brincadeiras. Por meio de uma manivela, pode-se movimentar os sete braços no alto da pira. A peça foi colocada na Praça Pio XII em 1990, ao lado do parque infantil.
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PASSO DE DANÇA - Henrique de Aragão/1990 PASSO DE DANÇA - Henrique de Aragão/1990 Também chamada por Henrique de “Sétima Bailarina”, essa obra foi inaugurada em 1990, em frente ao Cine Teatro Padre José Zanelli, onde está fixada até hoje. Para a sua entrega pública, seis bailarinas da Escola Municipal de Balé apresentaram coreografias e quando terminaram, a escultura foi descoberta dos panos e aplaudida. Passou então a ser conhecida como a “Sétima Bailarina”.
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REVOADA - Henrique de Aragão/1990 REVOADA Um dos principais elementos representados por Henrique de Aragão são as aves, na obra “Revoada”, com uma base geometricamente elaborada, o posicionamento dos pássaros e as asas que se entrecruzam causam a sensação de movimento, conforme o ponto de vista do observador.
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ALEGORIA À FLORA NORTE PARANAENSE - Henrique de Aragão/1987-88 ALEGORIA À FLORA NORTE PARANAENSE Painel produzido por meio da técnica de escultura em placas de concreto, esta obra – também chamada “Alegoria à natureza norte-paranaense” –, faz alusão à derrubada da mata, com elementos da fauna e da flora do Norte do Paraná (palmeiras, pássaros e outras espécies). Faz parte de uma série de painéis, pinturas em madeira e em tela que o artista fez abordando o impacto da ação humana sobre a vegetação brasileira, causando destruição. A obra foi encomendada pela Fundação Cultural de Ibiporã para decorar o Cine Teatro Padre José Zanelli, inaugurado em 1988.
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BLOW UP - Henrique de Aragão/2005 BLOW UP Blow up explodiu como “oração” às estrelas, uma explosão de cores e luz. Feita com fiberglass (fibra de vidro), remete à criação do universo como um estouro de luz, as estrelas, o infinito. Nas palavras do autor da obra: “ela é uma estrela pequenina que explodiu lá em cima e que a gente vê muitos anos depois”. A escultura foi instalada no Cine Teatro em um momento em que a representatividade do local era intensa, e com apresentações diversas, o que fez a obra ter mais notabilidade.
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MONOLITO "IBIPORÃ E ASO" - Henrique de Aragão/2005 MONOLITO "IBIPORÃ E ASO" - Henrique de Aragão/2005 Monumento construído por ocasião da revitalização do Jardim Japonês da Fundação Cultural, em 2005. O jardim foi edificado originalmente pela colônia japonesa de Ibiporã, em 1967, e fica ao lado do Museu Histórico e de Artes (MHAI), prédio da antiga Prefeitura, no pátio da Secretaria de Cultura e Turismo. A reforma do espaço foi entregue no dia 30 de maio de 2005. O tótem traz símbolos dos astros em metal e a inscrição “Ibiporã e Aso - (Japão) - Cidades Irmãs”, em japonês.
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JANELAS PARA O INFINITO - Henrique de Aragão/1990 JANELAS PARA O INFINITO - Henrique de Aragão/1990 Uma porta, uma janela e um corredor sem fim. Assim pode ser descrita a obra tridimensional “Janelas para o infinito”, feita com chapas de metal a escultura abstrata é a entrada para diversas novas dimensões e realidades, que exteriorizam a conexão do cotidiano com o cosmos.
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PARA O CERCO DA LAPA - Henrique de Aragão/2006 PARA O CERCO DA LAPA - Henrique de Aragão/2006 Durante a Revolução Federalista, no cerco da Lapa, um grupo de soldados formou uma corrente e se deixaram matar para não trair seus companheiros. Tocado pela história Henrique de Aragão produziu a obra como se fosse ele lá junto aqueles que entregaram suas vidas.
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KOINONIA - Henrique de Aragão/2008 KOINONIA - Henrique de Aragão/2008 “Koinonia”, do grego “união”, recria a reciprocidade. E na perspectiva dos arcos, permite a esperança nova. O contorno de figuras antropomórficas remodelados sob sua mão ávida pela produção de formas atualiza em um mundo contemporâneo o seu ato de criar. A execução desta escultura exigiu um auxiliar, o qual foi destinado ao artista através da prefeitura municipal. Na base da escultura podemos ler a assinatura do artista, percebida como: JH Aragão, e do assistente: Ediel.
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LEIDE N MÍTICA - Henrique de Aragão/2012 LEIDE N MÍTICA - Henrique de Aragão/2012 Uma das últimas obras produzidas por Henrique Aragão, com o auxílio de seu assistente Ediel Ferreira de Almeida, essa escultura traz uma águia em aço inox sobre uma estrutura de concreto e está instalada na Praça Eugênio Sperandio (local de chegada de pioneiros), na Avenida Mário de Menezes, em frente ao Museu do Café de Ibiporã. Foi entregue em 2012, em homenagem ao médico pioneiro da cidade, José Justino Alves Pereira.
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CRISTO LIBERTADOR - Henrique de Aragão 1975 CRISTO LIBERTADOR - Henrique de Aragão 1975 Obra em latão e aço inox produzida pelo artista plástico Henrique de Aragão, para a Igreja Matriz de Colorado (PR), a partir de 1973, e entregue em 1975. A obra se tornou famosa pela polêmica que gerou, por se tratar de um Cristo nu, coberto por uma grande pomba (de 2m de envergadura), que representa o Espírito Santo, e tendo atrás um sol (de 3,6m de diâmetro), que representa Deus Pai, ela foi renegada anos depois por parte da comunidade paroquial e transferida para o Museu Histórico de Londrina por volta de 1985. Em seguida, veio para a UEL e ficou anos exposta na rotatória do CCH (Centro de Ciências Humanas). Como na universidade ficou esquecida e abandonada em um depósito, foi requisitada pela Secretaria Municipal de Cultura e pelo artista, e retornou definitivamente para Ibiporã em 2012, onde foi restaurada e colocada entre o prédio da Secretaria Municipal de Educação e o Auditório Pioneiros, onde encontra-se até hoje cumprindo seu papel como obra de arte.
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https://cadastro.museus.gov.br/wp-content/uploads/tainacan-items/208/255657/1-Alegoria-a-flora-norte-paranaense.docx1 Alegoria à flora norte paranaense
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MONUMENTO DO CINQUENTENÁRIO DE IBIPORÃ - Henrique de Aragão 1997 MONUMENTO DO CINQUENTENÁRIO DE IBIPORÃ - Henrique de Aragão 1997 DEPOIMENTO DE HENRIQUE, SOBRE A OBRA: “Ibiporã não é uma terra que teve heróis ou uma história assim cheia de elementos míticos... É uma história recente, uma terra formada por pessoas simples que vieram para cá de todos os cantos, com mala e cuia para tentar uma vida melhor. Como o Paraná, ela é ‘terra de todas as gentes’. Como não tinha heróis, eu peguei os 12 signos do zodíaco oriental e ocidental, e coloquei a bicharada toda aí... Essa obra tem também um poço, que é a ‘cápsula do futuro’. E essa torre aponta para o sol e também a lua, é uma coluna que representa a nossa sede de infinito. Quem não sonha com o céu? Quem não pretende ultrapassar os próprios limites?” (Henrique, em entrevista em vídeo, 2014 – Acervo da SMCT). -
Monumento "Ibiporã 70 anos" - Henrique de Aragão/2017 Monumento "Ibiporã 70 anos" Trata-se de um mosaico artístico com ícones relativos a história de Ibiporã, desde as primeiras décadas – quando o café, a agricultura familiar e a tração animal marcavam o cotidiano das famílias – até chegar aos dias atuais, com o desenvolvimento industrial e as várias conquistas que a cidade obteve. Na parte de trás, a obra traz o nome dos prefeitos desde 1947 e também tem gravadas as mãos de 70 crianças de escolas da cidade, representando o compromisso com as futuras gerações (cada criança presente recebeu um certificado com o nome da escola e o número identificando sua mão no monumento). -
VERSO - Henrique de Aragão/1989 VERSO - Henrique de Aragão/1989 Pode-se falar de “Verso e Reverso” como uma obra de arte conjunta, pois, embora se trate de duas grandes esculturas em ferro, elas são complementares por suas formas e pelos significados opostos e complementares. "Verso" e "Reverso" foram instaladas em 1990, entre as primeiras obras do Museu de Esculturas ao Ar Livre de Ibiporã. Em “Verso”, as mãos de Henrique extraíram do ferro elasticidade, expansividade e alongamento. O conjunto remete a uma figura masculina que se projeta feliz ao ar livre e cuja visão sugere a leveza de um corpo aberto em expansão que, enquanto ascende para o infinito, sugere a linha circular de sua composição. -
REVERSO - Henrique de Aragão 1989 REVERSO - Henrique de Aragão 1989 Pode-se falar de “Verso e Reverso” como uma obra de arte conjunta, pois, embora se trate de duas grandes esculturas em ferro, elas são complementares por suas formas e pelos significados opostos e complementares. "Verso" e "Reverso" foram instaladas em 1990, entre as primeiras obras do Museu de Esculturas ao Ar Livre de Ibiporã. Em “Reverso” Henrique apresenta o ferro desestruturado, lânguido, distônico, prostrado de forma que a imagem de uma figura feminina remete à interioridade ou ao recolhimento, mas também ao cansaço, à desilusão, impotência e todos os demais aspectos da frágil condição humana. -
"VELAS AO VENTO" - Henrique de Aragão 2009 "VELAS AO VENTO" - Henrique de Aragão 2009 “Pai, Filho e Espírito Santo, que enchem a gente de esperança, de luz e de liberdade, e que ficam lá... não movem os pés do lugar, fica amando...” Dessa forma Henrique definiu a obra. “Velas ao Vento” (ou popularmente conhecida como a fonte) é um dos cartões postais da cidade e um ótimo cenário para fotografias principalmente dos recém-casados. De dia as águas dançam refletindo a luz do sol, ao cair da noite a luz solar dá espaço para os canhões de luz colorida que pintam água e mudam a aura e encanto da obra. -
DESFOLHANDO A MARGARIA - Letícia Marquez 1990 DESFOLHANDO A MARGARIA - Letícia Marquez 1990 Peça única da artista plástica Letícia Faria (que passou a assinar as obras como Letícia Marquez), compõe o Museu de Esculturas ao Ar Livre de Ibiporã. Trata-se de uma coluna cilíndrica de concreto revestida de pastilhas, com braços - segundo Letícia, os braços foram realizados a partir de um molde de um braço de um halterofilista, “porque queria mostrar a força do braço”, - esculpidos em aço inox no alto da escultura. A obra desperta a curiosidade do espectador, sugerindo brincadeiras. Por meio de uma manivela, pode-se movimentar os sete braços no alto da pira. A peça foi colocada na Praça Pio XII em 1990, ao lado do parque infantil. -
PASSO DE DANÇA - Henrique de Aragão/1990 PASSO DE DANÇA - Henrique de Aragão/1990 Também chamada por Henrique de “Sétima Bailarina”, essa obra foi inaugurada em 1990, em frente ao Cine Teatro Padre José Zanelli, onde está fixada até hoje. Para a sua entrega pública, seis bailarinas da Escola Municipal de Balé apresentaram coreografias e quando terminaram, a escultura foi descoberta dos panos e aplaudida. Passou então a ser conhecida como a “Sétima Bailarina”. -
REVOADA - Henrique de Aragão/1990 REVOADA Um dos principais elementos representados por Henrique de Aragão são as aves, na obra “Revoada”, com uma base geometricamente elaborada, o posicionamento dos pássaros e as asas que se entrecruzam causam a sensação de movimento, conforme o ponto de vista do observador. -
ALEGORIA À FLORA NORTE PARANAENSE - Henrique de Aragão/1987-88 ALEGORIA À FLORA NORTE PARANAENSE Painel produzido por meio da técnica de escultura em placas de concreto, esta obra – também chamada “Alegoria à natureza norte-paranaense” –, faz alusão à derrubada da mata, com elementos da fauna e da flora do Norte do Paraná (palmeiras, pássaros e outras espécies). Faz parte de uma série de painéis, pinturas em madeira e em tela que o artista fez abordando o impacto da ação humana sobre a vegetação brasileira, causando destruição. A obra foi encomendada pela Fundação Cultural de Ibiporã para decorar o Cine Teatro Padre José Zanelli, inaugurado em 1988. -
BLOW UP - Henrique de Aragão/2005 BLOW UP Blow up explodiu como “oração” às estrelas, uma explosão de cores e luz. Feita com fiberglass (fibra de vidro), remete à criação do universo como um estouro de luz, as estrelas, o infinito. Nas palavras do autor da obra: “ela é uma estrela pequenina que explodiu lá em cima e que a gente vê muitos anos depois”. A escultura foi instalada no Cine Teatro em um momento em que a representatividade do local era intensa, e com apresentações diversas, o que fez a obra ter mais notabilidade. -
MONOLITO "IBIPORÃ E ASO" - Henrique de Aragão/2005 MONOLITO "IBIPORÃ E ASO" - Henrique de Aragão/2005 Monumento construído por ocasião da revitalização do Jardim Japonês da Fundação Cultural, em 2005. O jardim foi edificado originalmente pela colônia japonesa de Ibiporã, em 1967, e fica ao lado do Museu Histórico e de Artes (MHAI), prédio da antiga Prefeitura, no pátio da Secretaria de Cultura e Turismo. A reforma do espaço foi entregue no dia 30 de maio de 2005. O tótem traz símbolos dos astros em metal e a inscrição “Ibiporã e Aso - (Japão) - Cidades Irmãs”, em japonês. -
JANELAS PARA O INFINITO - Henrique de Aragão/1990 JANELAS PARA O INFINITO - Henrique de Aragão/1990 Uma porta, uma janela e um corredor sem fim. Assim pode ser descrita a obra tridimensional “Janelas para o infinito”, feita com chapas de metal a escultura abstrata é a entrada para diversas novas dimensões e realidades, que exteriorizam a conexão do cotidiano com o cosmos. -
PARA O CERCO DA LAPA - Henrique de Aragão/2006 PARA O CERCO DA LAPA - Henrique de Aragão/2006 Durante a Revolução Federalista, no cerco da Lapa, um grupo de soldados formou uma corrente e se deixaram matar para não trair seus companheiros. Tocado pela história Henrique de Aragão produziu a obra como se fosse ele lá junto aqueles que entregaram suas vidas. -
KOINONIA - Henrique de Aragão/2008 KOINONIA - Henrique de Aragão/2008 “Koinonia”, do grego “união”, recria a reciprocidade. E na perspectiva dos arcos, permite a esperança nova. O contorno de figuras antropomórficas remodelados sob sua mão ávida pela produção de formas atualiza em um mundo contemporâneo o seu ato de criar. A execução desta escultura exigiu um auxiliar, o qual foi destinado ao artista através da prefeitura municipal. Na base da escultura podemos ler a assinatura do artista, percebida como: JH Aragão, e do assistente: Ediel. -
LEIDE N MÍTICA - Henrique de Aragão/2012 LEIDE N MÍTICA - Henrique de Aragão/2012 Uma das últimas obras produzidas por Henrique Aragão, com o auxílio de seu assistente Ediel Ferreira de Almeida, essa escultura traz uma águia em aço inox sobre uma estrutura de concreto e está instalada na Praça Eugênio Sperandio (local de chegada de pioneiros), na Avenida Mário de Menezes, em frente ao Museu do Café de Ibiporã. Foi entregue em 2012, em homenagem ao médico pioneiro da cidade, José Justino Alves Pereira. -
CRISTO LIBERTADOR - Henrique de Aragão 1975 CRISTO LIBERTADOR - Henrique de Aragão 1975 Obra em latão e aço inox produzida pelo artista plástico Henrique de Aragão, para a Igreja Matriz de Colorado (PR), a partir de 1973, e entregue em 1975. A obra se tornou famosa pela polêmica que gerou, por se tratar de um Cristo nu, coberto por uma grande pomba (de 2m de envergadura), que representa o Espírito Santo, e tendo atrás um sol (de 3,6m de diâmetro), que representa Deus Pai, ela foi renegada anos depois por parte da comunidade paroquial e transferida para o Museu Histórico de Londrina por volta de 1985. Em seguida, veio para a UEL e ficou anos exposta na rotatória do CCH (Centro de Ciências Humanas). Como na universidade ficou esquecida e abandonada em um depósito, foi requisitada pela Secretaria Municipal de Cultura e pelo artista, e retornou definitivamente para Ibiporã em 2012, onde foi restaurada e colocada entre o prédio da Secretaria Municipal de Educação e o Auditório Pioneiros, onde encontra-se até hoje cumprindo seu papel como obra de arte. -
1 Alegoria à flora norte paranaense
Endereço de visitação
Logradouro
Localização diversa
Número
000
Complemento
Praça Pio XII/Nos jardins e espaços ao redor do Cine Teatro, do Museu Histórico e de Artes (MHAI)/No espaço da nova Biblioteca Pública/Na BR-369, na saída de Ibiporã para Londrina.
Bairro
Localização diversa
CEP
86200-000


Museu Cadastrado