Informações
Tipo de Entidade
Entidade Cultural
Natureza Jurídica
Entidade sem fins lucrativo
E-mail da sede
pai_ogun@hotmail.com
Nome do responsável pelo coletivo
Josué José de Oliveira
Breve história sobre o Ponto de Memória
O Ilê Asé Osum Obaluayê foi fundado em 25/02/2000 por TAATA NGANGA NkONGUANDE (Josué José de Oliveira), na ocasião tudo começou de maneira muito simples e humilde, como ainda não tínhamos uma estrutura física de alvenaria, mas muita fé e amor ao nosso sagrado e nossos ancestrais o número de pessoa que nos procuravam para atendimento era crescente no local onde nos reunimos em um local que era de chão de terra, então com alguns bambu para dar a estrutura esticávamos algumas lonas para nos proteger do sol, sereno e chuva. Construímos essa estrutura onde tudo começou. Ainda não contávamos com o CNPJ apenas como pessoa física com o nome de Ilê Asé Osum Obaluayê Ogum, já vínhamos caminhando desenvolvendo as nossas práticas culturais com base em nossos conhecimentos os quais nos foram passados através da oralidade e de vivencias de cultura com base em nossos conhecimentos os quais nos foram passados através da oralidade e de vivencias de cultura ancestral milenar adquirido pelos nossos mais velhos o conhecimento de nossas ritualísticas, desenvolvendo as nossas culturas de povos tradicionais, com atendimento as pessoas as quais nos procurava, para um benzimento, uma reza, um banho de folhas sagradas, uma orientação espiritual através do oráculo jogo de búzios e também uma orientação espiritual através de Exu e Caboclo. Des de então passamos a iniciar Muzenza (iyàwó) obrigacionando essas pessoas, iniciamos e obrigacionamos muitas pessoas no Ilê Asé Osum Obaluayê Ogumo qual seguimos até os dias de hoje. Também contamos com uma biblioteca comunitária que faz parte do barracão onde realizamos contação de histórias, a nossa contação de história é através da oralidade, porque em nossas tradições a maioria de nossos contos, histórias são passados através da oralidade passado pelos nossos mais velho, nós não temos um livro a ser seguido, mas através da nossa biblioteca comunitária podemos favorecer o desenvolvimento social e humano a leitura, a informação e a cultura, pois a biblioteca comunitária é uma instituição social e democrática. A nossa biblioteca tem como objetivo procurar que todos os habitantes da comunidade, desde as crianças até os adultos e idosos pratiquem a leitura como uma atividade a mais na sua vida cotidiana, pois ler e escrever são ferramentas para o aprendizado permanente e a participação plena como cidadão. A biblioteca se põe a disposição do público a informação de forma organizada para que ela seja utilizada nas mais diferentes situações da vida, na cultura e no campo cultural a biblioteca trabalha com a comunidade para que as pessoas se identifiquem com a sua cultura a disfrutem e a preservem. Quando uma biblioteca se compromete com a seriedade nesses campos, pode-se dizer que é verdadeiramente um instrumento de mudança social e um espaço para exercício dos direitos de cidadania. Ocorre que durante todos esses anos, somos perseguidos incessantemente com diversas denúncias infundadas por um único cidadão o vizinho evangélico Sr. José de Souza Campos, em uma forma preconceituosa, racista, homofóbico e totalmente desrespeitosa conosco, simplesmente por que somos um povo de religião de matriz africana, cultuamos uma religião onde os nossos ancestrais antepassados os quais trouxeram o nosso culto eram negros escravizados. Com base nessa perseguição, perante a justiça fui o único sacerdote a ser condenado a 28 (vinte e oito) dias de prisão por perturbação de sossego alheio de um único vizinho simplesmente por exercer o meu sacerdócio, fui preso, onde fui algemado em minha residência jogado no corro de uma viatura conduzido até a cadeia pública de Avai/SP onde cumpri 15 dias como parte da pena e o restante no CDP III de Bauru/SP dormindo no chão sem colchão, sem cobertor em verdadeiro maus tratos sendo uma pessoa de idade e com problemas de saúde. Durante o período de minha prisão, tivemos o nosso território de cultura roubado, depredado, o nosso território sagrado violado, diversos artefatos de cultura de matriz africana roubados, outras representatividades do nosso sagrado totalmente destruídas, na ocasião foi acionado a PM que foi até o local e com total descaso relatou que não poderia fazer nada. Como se isso não fosse o suficiente, tivemos o alvará de licença cassado e o território de cultura fechado pela PREFEITURA MUNICIPAL DE CAFELÂNDIA, foram me feitas várias exigências voltadas ao templo, exigências essas que nem mesmo em alguns órgãos públicos da cidade de Cafelândia constam, e nem em outras denominações religiosas. Tais como; luz de led de emergência, rampas de acesso, extintores, guarda corpo, corri mão, sinalizações, saídas de emergência, Alvará do Corpo de Bombeiro e da Prefeitura Municipal de Cafelândia, sendo eu um seguidor da lei, cumpri todas as exigências que me foram feitas. Ocorre que o vizinho, realmente é uma pessoa intolerante que não tem respeito e nem limites com nada, seguimos a risca a determinação judicial conforme sentença, mas ele não nos da paz, sempre está procurando uma forma de cercear os nossos direitos de culto, toda vez que tocamos candomblé ele chama a PM se aproveitando que seu filho Adalberto Aparecido de Souza Campos que é policial militar o qual usa da força para agir com abuso de autoridade, por muitos anos sempre que tinha cerimonia o mesmo vinha ao território com diversas viaturas e fortemente armados interrompendo o nosso culto, proferindo ofensas de cunho de intolerância religiosa e com isso nos causando grande humilhação e constrangimento perante as pessoas presente no local. Ressalto ainda que caso venha ocorrer um falecimento de um dos membros de nossa comunidade, estamos totalmente impedidos de realizar as cerimônias pertinentes a nossa cultura nós temos algumas cerimônias, entre elas os ritos fúnebres e de axexe, pois em nossas tradições nós cantamos o nascimento, a vida e a morte! Tudo o que recebemos quando nascemos para o sagrado, também recebemos quando fazemos o rito de passagem, os quais faz parte de nossa cultura ancestral, ritos esses os quais estamos impedidos de realizar por questões de restrições de horários impostos pelo sistema de justiça, horário esses que só podemos realizar qualquer tipo de cerimônia das 09h ás 22h e mesmo dentro desses horários se o vizinho se sentir incomodado e nos denunciar temos que pagar multa de acordo com a sentença judicial. Não que temos a intenção ou objetivos de desrespeitar as demais pessoas, mas para ter a plena liberdade não podemos ter nem um tempo de restrição, cercando nossa cultura O som dos JINGOMA tem a capacidade de agregar, de integrar, de socializar a comunidade e não ao contrário como tem sido tratada pelo sistema de justiça como local de algazarras e gritarias. Equiparar o som dos tambores ancestrais ao som produzido por casas de shows e espetáculos, de bares e fábricas é de natureza discriminatória pois muitas outras religiões/igrejas tocam instrumentos musicais elétricos, tocam sinos, cantam e pregam nos transportes públicos, nas praças, entregam panfletos e não vemos as mesmas tratativas quanto a isso. A extinção da restrição de liberdade dos tambores, dos ritos religiosos, do funcionamento das atividades sociais e de toda manifestação cultural, não cabendo estabelecer horário de funcionamento. Venho de longa data de perseguições, coação, opressão de uma série de processos cercados de erros grosseiros e vícios de injúria, intolerância religiosa, racismo religioso e racismo estrutural, também com cerceamentos dos nossos direitos de culto as nossas tradições de religiões de Matriz Africana, tais como restrições de horários impostos pela justiça, etc.. Ocorre que recentemente o nosso opressor o vizinho Sr. José de Souza Campos qualificado nos processos, o mesmo já possuindo algumas condenações pelos crimes de injúria racial, veio a me qualificar em uma denúncia a Policia Militar do Estado de São Paulo como JOSUÉ MACUMBEIRO e o mesmo em depoimento em um orgão público da Secretaria da delegacia da Policia Civil do Estado de São Paulo, me qualifica como JOSUÉ MACUMBEIRO, ressalto também que fui qualificado em documento oficial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo em Cafelândia/SP como a ALCUNHA JOSUÉ MACUMBEIRO. Tomando ciência da situação após ter sido intimado a dar esclarecimentos referente a denúncia do mesmo, procurei fazer o boletim de ocorrência, mas fui impedido como sempre pelo Sr. Delegado de Polícia da cidade de Cafelândia/SP, perante o impedimento procurei o Ministério Público e fiz a denúncia. Ao decorrer do processo a promotora de justiça Dra. Eliana Komesu, propôs um acordo de não persecução penal, requerendo a homologação do acordo. Detalhe NÃO CONSTARÃO O NOME DO SR JOSÉ EM CERTIDÕES DE ANTECEDENTES CRIMINAIS PELO PERIODO DE 5 ANOS. Pelos crimes de intolerância religiosa e pediu uma sentença cheia de impunibilidade na qual a promotoria faz uma proposta em forma de acordo de pagamento de 2.000.00 dois mil reais de indenização e ao pagamento de multa de 500.00 reais podendo ainda ser parcelados, ou prestação de serviços a uma instituição. Detalhe processo esse que tramita desde 2022 Mediante a essa situação atravessei um requerimento discordando da promotora, pois o mesmo Sr. José de Souza Campos, já é reincidente do mesmo artigo duas vezes, e o mesmo continua com as mesmas práticas dos mesmos crimes. Como se isso não fosse o bastante no dia 01/08/2023 data essa onde estávamos reunidos no território de cultura realizando cerimônia religiosa fomos interrompidos por barulhos de grande proporção, ao sairmos a frente do território nos deparamos com o Pastor Juarez e mais um homem, em um carro com caixas de som amarradas no teto do veículo, fazendo uso de microfones em alto som com suas pregações evangélicas, ao me dirigir ao mesmo para lhe dizer o porquê da total falta de respeito, sabendo-lhe que ali visivelmente está situado um território de religião de matriz africana, o mesmo me respondeu de forma áspera que estava no local fazendo suas pregações evangélicas para expulsar demônios a pedido do irmão José de Souza Campos o vizinho que estava presente no local. Também no dia 20/10/2023 nos deparamos com outra situação de vandalismo, intolerância religiosa, depredação no território de cultura, no momento de nossa ausência um indivíduo tentando arrombar os portões do templo com um pedaço de madeira nas mãos batia com violência nos portões danificando toda a frente do território, arrancando diversas plantas sagradas imediatamente tomamos ciência do que estava ocorrendo fomos até o local, onde o mesmo investia pra cima de nós querendo nos agredir, ligamos para polícia no 190 aguardamos a viatura no local, mas a mesma não apareceu para ocorrência. O que vem ocorrendo no decorrer desses anos vem me causando muita dor, tortura psicológica que vem ferindo o intimo da minha alma e toda minha ancestralidade, porque essa expressão quando proferida, de forma pejorativa JOSUÉ MACUMBEIRO pelo sistema de justiça tem a clara intenção de me humilhar e humilhar toda uma comunidade, por que nós vivemos em um coletivo quando algo dessa natureza atinge um, está atingindo a todos, eu que venho sofrendo com isso a anos com essa perseguição violenta, entendo isso como um crime de ódio contra mim e toda a nossa comunidade e nos dias de hoje isso é inaceitável, até quando vamos continuar sofrendo com essa perseguição, essa tortura psicológica. Quantos sacerdotes já foram assassinados em suas casas por intolerância religiosa, racismo religioso, por ódio, quantas casas de religião de Matriz Africana já forma depredadas, queimadas, destruídas, crianças apedrejadas, como recentemente tivemos a morte da líder religiosa YALORISÁ BERNADETE! Será que a justiça está esperando que eu seja morto ou alguém da minha família ou um membro da nossa comunidade para que se faça justiça? Vivo oprimido sofrendo ameaças e difamações constantemente pelo mesmo, tive que instalar sistema de segurança no templo para dar maior segurança para mim, minha família e os membros da comunidade, como se não fosse o bastante tive que me mudar do templo e nem se quer tenho a liberdade de ir ao templo sozinho, sempre que vamos é em grupo pois tememos por nossas vidas mediante a tudo que viemos sofrendo todos esses anos. A justiça também precisa ter um olhar para os danos que vem sendo causados pelo Sr. JOSÉ DE SOUZA CAMPOS contra o templo com toda essa perseguição através de denúncias infundada, trazendo a polícia na porta do templo causando constrangimento vindo a interromper diversas cerimonias religiosas, a qual veio a afastar muitas pessoas de frequentar o local causando danos irreparáveis para a cultura de Matriz Africana e total apagamento. Mediante a toda essa situação em 19/01/2022 depois de muitas lutas conseguimos ter um CNPJ sem fins lucrativos o ILÊ ASÉ OSUM OBALUAYÊ OGUM, território de cultura de povos de terreiro de religião de matriz africana está situado na cidade de Cafelândia/SP, onde é a sede da Associação Templo Cultural Social Religioso Ilê Asé Osum obaluayê Ogum, fundada recentemente em 19/01/2022, o nosso ponto de cultura é existente e resiste desde a fundação do terreiro que se fez em 25/02/2000, viemos realizando ações de pertuação de cultura de religião de matriz africana, em especial nossa cultura bantu, kongo angola e também as nossa tradições YORUBANAS (DJEJE) através de nossa família. A Associação, buscando expandir seus conhecimentos na área cultural, também participou de forma atuante em um importante projeto de fomento na no centro oeste paulista que foi o Alinhavando Redes Culturais em parceria com o SESC Birigui/SP. O Alinhavando Redes: Oficinas de Imersão e Formação de Rede Cultural nos Territórios da Microrregião de Lins, SP, busca mobilizar atores-rede e experiências locais para que construam de forma coletiva e colaborativa um processo participativo voltado a ações de formação, as quais serão estimuladas por meio das metodologias interdisciplinares com objetivos de sensibilização, reflexão e aplicação de conhecimentos para a construção e de uma rede cultural, tendo como mote a articulação de ações regionalizadas, para o fortalecimento de políticas locais e regionais, levando a agenda de implementação do Sistemas Municipais e Regionais de Cultura e as Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2. Somos povos de tradicionalidade através do Candomblé “Veneração a alma preta”, de nossas ritualísticas cultuamos os nossos antepassados, os nossos ancestrais, as nossas práticas, nossas vestimentas, nossa alimentação comida sagrada comida tradicional, tradição alimentar, o nosso modo de vida, as nossas ações o acolhimento, ações como povos de terreiro como detentores do saberes e protetores da saúde complementar, bem estar público e cultural no município de Cafelândia/SP. Vem articulando politicas públicas que instituam um desenvolvimento sustentável e de inclusão social ao combate ao racismo e todas as desigualdades socias sendo esse o nosso o elemento nuclear das nossas incisões a nossa cultura é para todos sem exceções de pessoas, também além da nossa cultura também temos algumas ações que realizamos juntos a comunidade onde assistimos algumas famílias em estado de necessidade, moradores em condições de rua, onde nos reunimos com os membros do Ilê Asé Osum Obaleuyê Ogum os quais doa seu tempo se dedicando com todo amor e carinho no preparo do alimento para confecção do alimento(marmitex) que são distribuídos para as pessoas em estado de necessidade e para os moradores em condições de rua. Realizamos ações como venda de acarajé, feijoada para angariar fundos, para levarmos esses projetos a diante, também realizamos campanhas para arrecadação de roupas, agasalhos, calçados, cobertores, móveis, todo tipo de doação que possa contribuir para assistir as famílias em estado de necessidade. Também temos as costuras criativa as quais confeccionamos as nossas roupas e vestimentas, adereços do sagrado como artesanato tradicional, arte tradição. Compreendemos enquanto uma Associação também Cultural no interior do Estado de São Paulo, uma região extremamente racista devida a sua bruta colonização por meio das fazendas e da cultura do café do passado, que ações e projetos culturais são essenciais para que possamos educar nosso povo e civilizar nossa comunidade. O território como patrimônio simbólico cultural torna-se algo relativo à formação de um ser humano total, consciente do seu pertencimento a uma totalidade integrada. Entende-se que sustentabilidade significa, sobretudo, sobrevivência, sobreviver em uma sociedade que prioriza apenas o crescimento da economia, significa reconhecer e considerar as diversidades dos costumes e tradições de um povo, transmitidos através da ancestralidade. Sendo possível concluir que apesar dos resíduos e marcas da escravidão econômica e social que o povo ainda sofre, o candomblé foi e é capaz de realizar um movimento político, cultural e ambiental dentro do contexto religioso, criando abertura para discussões, proporcionando sentido para os acontecimentos do mundo e garantindo assim a permanência da sua força, o axé. Cultura é um fenômeno que reproduz, reinventa, transforma, acumula e ressignifica, é a base do desenvolvimento humano. Por isso trabalhamos e nos dedicamos cada dia a criar e levar gratuitamente a população local e regional eventos e manifestações da nossa cultura de terreiro. Relação de nossas atividades cultural e social anual: 1- Janeiro: Esse mês reservamos para o osé anual dos artefatos religiosos do nosso sagrado, em rituais litúrgicos que vai desde a lavagem das quartinhas aos quartilhões com as ervas sagradas e reposição com a água de mina 2- Fvereiro: no último sábado de cada mês temos Makunde Ria Nkosi a feijoada de Ogum festejo esse que compartilhamos os alimentos, pães de nhame com toda nossa comunidade 3- Março: temos o festival de Caboclo boiadeiro essa festividade é realizada no inicio do mês a qual compartilhamos a nossa bebida sagrada jurema e os alimentos sagrados e ancestral de nossas tradições, a paçoca de carne seca, o nosso famoso cozido de carne seca com legumes para alimentar o corpo físico e espiritual de nossa comunidade 4- Abril: projeto social que realizamos páscoa solidária onde no mês de abril através de doações confeccionamos ovos de páscoa, os quais são distribuídos para as crianças do bairro vila Belém, onde realizamos brincadeiras recreativas e distribuição de ovos de páscoa, chocolates, atc., 5- Maio: no mês de maio temos a cerimonia do Epeté de Osum festividade voltiva a Osum orisá das águas onde compartilhamos com a comunidade o Epeté e seus acompanhamentos 6- Junho: realizamos os festejos reverenciando ao Sobá Tatetu Nzazi, com os seus Makudias (comida) compartilhamos com a comunidade 7- Julho: realizamos os festejos a divindade Tatetu Mutalambo louvando a nossa ancestralidade e todo Clã/Egrégora da família dos caçadores, com os seus Makudias (comida) compartilhados com a comunidade 8- Agosto: no início do mês de agosto temos o tabuleiro a Kavungo onde compartilhamos com toda nossa comunidade alguns alimentos sagrados e ancestrais e no final do mês de agosto temos a Cokuana a festa da colheita uma festividade muito importante onde tem a ritualísticas votivas a Kavungo, Nsumbu e também compartilhamos diversos alimentos sagrados a comunidade ali presente 9- Setembro: louvamos a divindade Ktembo/Tempo patrono de nossa família Kongo Angola, onde temos sua cerimonias ritualísticas seguido de seus festejos em louvação a essa divindade que rege sobre todas as estações, compartilhamos assim os alimentos sagrado, alimento ancestral com a comunidade 10- Outubro: no mês de outubro, realizamos o Caruru de Vunji festival votivo a divindade Vunji e também no mês de outubro temos a festividade do acarajé de Matamba(Oyá) os quais as comidas sagradas de ambos são compartilhadas com a nossa comunidade. Grande Festa Cultural de Caruru de Vunji O terreiro da Associação Templo Cultural Social Religioso Ilê Asé Osum Obaluayê Ogum recebe toda comunidade, principalmente as crianças, para a celebração de Vunji, que é um Nkisi criança nas nações Angola e Congo. É a divindade da brincadeira, da alegria, sua regência está ligada à infância. Representa a mocidade, a alegria da juventude. Durante a festa, a dança se transforma numa grande brincadeira. Compartilhamos com nossa comunidade o nosso alimento sagrado, comida de tradição, de nossa tradição alimentar. Também temos o projeto social “Criança Feliz” o qual realizamos um evento através de doações, esse projeto já é tradição em outubro em comemoração ao mês das crianças, onde realizamos uma festa em um bairro periférico na cidade de Cafelândia conhecido como Vila Belém, onde levamos brincadeiras recreativas, doces, guloseimas e muita alegria para as crianças 11- Novembro: temos a cerimônia a as ritualísticas a nossos antepassados, Bakulos, Akulos de nossa cultura ancestral e também em comemoração ao mês da consciência negra através de nossas lutas contra todas as desigualdades sociais, contra o racismo e todas suas faces, promovemos esse evento social “Igbadu-A Cabaça da Existência” e o ato “OFÒ- O Poder da Palavra” uma ação social a qual realizamos contação de história, roda de conversa, samba de roda(samba de Caboclo) exposição de cultura ancetral, cultura de terreiro, exposição de degustação de alimento sagrado alimento ancetral 12- Dezembro: temos o festival de Exu, uma festa realizamos no mês de dezembro a qual já é uma tradição uma festividade de territoriedade preta o que consideramos sagradas as ruas as encruzilhadas compartilhamos os alimentos sagrados com toda comunidade 13- Toques: em cada final de semana dos decorrentes meses aos finais de semana temos os toques votivos direcionados as entidades tais como; Caboclo, Marujis, Exu, Pombagira 14- Projeto um dia a menos sem fome Nesse projeto temos a nossa cozinha solidária PROJETO SOCIAL “UM DIA A MENOS SEM FOME” Associação Templo Cultural Social Religioso Ilê Asé Osum Obaluayê Ogum realiza doações constantes de roupas masculinas, femininas, infantil, sapatos, agasalhos e cobertores que são arrecados em campanhas sociais ao logo de todo o ano. Todo esse vestuário é doado aos moradores do bairro Vila Belém na cidade de Cafelândia/SP fortalecendo assim a comunidade local no enfrentamento contra a pobreza. Também realiza doações constantes de marmitas e cestas básicas ao logo de todo o ano para moradores em situação de rua no município de Cafelândia/SP e também da região. As marmitas são feitas por voluntários da Associação com alimentos arrecados em diferentes campanhas socais por toda a comunidade. 15- Costura Criativa: também temos as nossas costuras criativas as quais confeccionamos as nossas roupas e vestimentas, adereços do sagrado como artesanato tradicional, arte tradição.
Público-alvo das ações promovidas
Público alvo das nossas ações são todas as pessoas sem exceções, toda comunidade regional, povos tradicionais de cultura de matriz africana, adeptos, simpatizantes de nossa cultura Através da manifestação cultural da culinária do povo de terreiro/comida sagrada, das danças, vestimentas, instrumentos sagrados, toques e cantos a Associação manifesta a existência/resistência do povo preto e celebra/homenageia seus antepassados dentro da cultura do candomblé que tem ancestralidade e continuidade. Também temos os nossos leitores frequentadores do ponto de leitura biblioteca comunitária
Breve descrição do Acervo
O território conta com instrumentos sagrados/liturgicos elementos de povos tradicionais de matriz africana entre eles; adajas, agogo, gan, xere, chifre de bufalo, chifre de boi, atabaque/tambor, caxixi, maraca, sineta e artefatos de cultura de matriz africana. Também contamos com um ponto de leitura biblioteca comunitária que contamos com acervo aproximadamente de 1500 livros
O Ponto já realizou o Inventário Participativo?
Não
O Ponto possui Acervo?
Sim
Acervo
Catálogos, livros e outras encadernações impressas | Documentos | Documentos escritos | Documentos Imagéticos (Fotografias, mapas, etc..) | Objetos
O Acervo já foi inventariado?
Não
O ponto possui acervos digitais?
Não
Relação com a comunidade de referência
O nosso relacionamento é comunitário é algo continuo em um processo que gera uma progresão de confiança e mutuanidade, inclue ações e divulgações sobre nossas atividades através das midias sociais tanto no ambito local como nacional, a promoção de eventos de integração da comunidade local e apoio de forma voluntaria onde cada membro doa o seu tempo para os projetos e ações voltados a comunidade
O ponto possui sede própria?
Sim
O espaço da sede é aberto ao público?
Sim
Já foi contemplado em algum edital do IBRAM?
Não
Contemplado em outros editais públicos ou privados?
Não
Os integrantes participaram de ação do IBRAM?
Não
Participaram de capacitação de outra instituição?
Sim
Qual capacitação?
Fórum virtual-redes de clube de leitura SisEB e Curso iniciatica de pambwa nzila
Data da capacitação
22/11/2023
O ponto promove atividades regulares?
Sim
Quais atividades?
O território de cultura é aberto ao publico para o atendimento diariamente com benzimentos, orientação e aconselhamento espiritual, banhos de folhas sagrada, atendimento com entidades. Também contamos com um ponto de leitura biblioteca comunitária a qual está inserida dentro do nosso território de cultura/terreiro que fica aberta ao publico o qual nos reunimos para contação de história através do livros e contação de história através da oralidade as quais nos foram passadas pelos nossos mais velhos. Contamos com a nossa cozinha solidária onde os membros se reunem doando seu tempo para a confecção do alimentos pronto(marmitex) o qual é distribuidos aos moradores em condições de rua e famílias em estado de necessidade do bairros periféricos da cidade. Também contamos com a oficina de artesanato/arte tradição o qual são confeccionados aqui em nosso território os quais fazem parte do uso em nossa cultura, são confeccionados cestos, balaios, peneiras, esteiras, enfeites e adornos objetos esses confeccionados de fibras vegetais (bambu, taboa e cipó)
A entidade promove ações de Capacitação?
Não
O ponto promove eventos abertos ao público?
Sim
Quais eventos?
Promovemos atividades e eventos os quais todos são aberto ao público segue a relação de nossas atividades cultural e social anual: 1- Janeiro: Esse mês reservamos para o osé anual dos artefatos religiosos do nosso sagrado, em rituais litúrgicos que vai desde a lavagem das quartinhas aos quartilhões com as ervas sagradas e reposição com a água de mina 2- Fvereiro: no último sábado de cada mês temos Makunde Ria Nkosi a feijoada de Ogum festejo esse que compartilhamos os alimentos, pães de nhame com toda nossa comunidade 3- Março: temos o festival de Caboclo boiadeiro essa festividade é realizada no inicio do mês a qual compartilhamos a nossa bebida sagrada jurema e os alimentos sagrados e ancestral de nossas tradições, a paçoca de carne seca, o nosso famoso cozido de carne seca com legumes para alimentar o corpo físico e espiritual de nossa comunidade 4- Abril: projeto social que realizamos páscoa solidária onde no mês de abril através de doações confeccionamos ovos de páscoa, os quais são distribuídos para as crianças do bairro vila Belém, onde realizamos brincadeiras recreativas e distribuição de ovos de páscoa, chocolates, atc., 5- Maio: no mês de maio temos a cerimonia do Epeté de Osum festividade voltiva a Osum orisá das águas onde compartilhamos com a comunidade o Epeté e seus acompanhamentos 6- Junho: realizamos os festejos reverenciando ao Sobá Tatetu Nzazi, com os seus Makudias (comida) compartilhamos com a comunidade 7- Julho: realizamos os festejos a divindade Tatetu Mutalambo louvando a nossa ancestralidade e todo Clã/Egrégora da família dos caçadores, com os seus Makudias (comida) compartilhados com a comunidade 8- Agosto: no início do mês de agosto temos o tabuleiro a Kavungo onde compartilhamos com toda nossa comunidade alguns alimentos sagrados e ancestrais e no final do mês de agosto temos a Cokuana a festa da colheita uma festividade muito importante onde tem a ritualísticas votivas a Kavungo, Nsumbu e também compartilhamos diversos alimentos sagrados a comunidade ali presente 9- Setembro: louvamos a divindade Ktembo/Tempo patrono de nossa família Kongo Angola, onde temos sua cerimonias ritualísticas seguido de seus festejos em louvação a essa divindade que rege sobre todas as estações, compartilhamos assim os alimentos sagrado, alimento ancestral com a comunidade 10- Outubro: no mês de outubro, realizamos o Caruru de Vunji festival votivo a divindade Vunji e também no mês de outubro temos a festividade do acarajé de Matamba(Oyá) os quais as comidas sagradas de ambos são compartilhadas com a nossa comunidade. Grande Festa Cultural de Caruru de Vunji O terreiro da Associação Templo Cultural Social Religioso Ilê Asé Osum Obaluayê Ogum recebe toda comunidade, principalmente as crianças, para a celebração de Vunji, que é um Nkisi criança nas nações Angola e Congo. É a divindade da brincadeira, da alegria, sua regência está ligada à infância. Representa a mocidade, a alegria da juventude. Durante a festa, a dança se transforma numa grande brincadeira. Compartilhamos com nossa comunidade o nosso alimento sagrado, comida de tradição, de nossa tradição alimentar. Também temos o projeto social “Criança Feliz” o qual realizamos um evento através de doações, esse projeto já é tradição em outubro em comemoração ao mês das crianças, onde realizamos uma festa em um bairro periférico na cidade de Cafelândia conhecido como Vila Belém, onde levamos brincadeiras recreativas, doces, guloseimas e muita alegria para as crianças 11- Novembro: temos a cerimônia a as ritualísticas a nossos antepassados, Bakulos, Akulos de nossa cultura ancestral e também em comemoração ao mês da consciência negra através de nossas lutas contra todas as desigualdades sociais, contra o racismo e todas suas faces, promovemos esse evento social “Igbadu-A Cabaça da Existência” e o ato “OFÒ- O Poder da Palavra” uma ação social a qual realizamos contação de história, roda de conversa, samba de roda(samba de Caboclo) exposição de cultura ancetral, cultura de terreiro, exposição de degustação de alimento sagrado alimento ancetral 12- Dezembro: temos o festival de Exu, uma festa realizamos no mês de dezembro a qual já é uma tradição uma festividade de territoriedade preta o que consideramos sagradas as ruas as encruzilhadas compartilhamos os alimentos sagrados com toda comunidade 13- Toques: em cada final de semana dos decorrentes meses aos finais de semana temos os toques votivos direcionados as entidades tais como; Caboclo, Marujis, Exu, Pombagira 14- Projeto um dia a menos sem fome Nesse projeto temos a nossa cozinha solidária PROJETO SOCIAL “UM DIA A MENOS SEM FOME” Associação Templo Cultural Social Religioso Ilê Asé Osum Obaluayê Ogum realiza doações constantes de roupas masculinas, femininas, infantil, sapatos, agasalhos e cobertores que são arrecados em campanhas sociais ao logo de todo o ano. Todo esse vestuário é doado aos moradores do bairro Vila Belém na cidade de Cafelândia/SP fortalecendo assim a comunidade local no enfrentamento contra a pobreza. Também realiza doações constantes de marmitas e cestas básicas ao logo de todo o ano para moradores em situação de rua no município de Cafelândia/SP e também da região. As marmitas são feitas por voluntários da Associação com alimentos arrecados em diferentes campanhas socais por toda a comunidade. 15- Costura Criativa: também temos as nossas costuras criativas as quais confeccionamos as nossas roupas e vestimentas, adereços do sagrado como artesanato tradicional, arte tradição.
O ponto faz parte de alguma Rede?
Sim
Qual Rede?
Alinhavando redes cultural: Oficinas de Imersão e Formação de Rede Cultural nos Territórios da Microrregião de Lins, SP Alinhavando redes de biblioteca : Oficinas de Imersão e Formação de Rede Cultural bibliotecas nos Territórios da Microrregião de Lins, SP
O ponto possui parcerias com poder público?
Não
O ponto possui parcerias com instituições privadas?
Não
O Ponto tem participação ativa em conselhos?
Sim
Quais conselhos?
COMPIR conselho municipal de promoção da igualdade racial MNU movimento negro unificado COMESA Conselho municipal de segurança alimentar
Localização
Estado
Endereço da Sede
Avenida Antônio Soares Amaral do Farto 77
