Anexos
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Espaço expositivo Museu do Açude
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Espaço expositivo Museu do Açude
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Jardim de inverno Museu do Açude
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Registro histórico Museu do Açude
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Setorização Museu do Açude
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Vista aérea Museu do Açude
Metadados
Nome do Museu
Título
Museus Raymundo Ottoni de Castro Maya - Museu do Açude
Contexto Histórico
A casa do Açude foi adquirida pela família Castro Maya em 1913 e herdada por Raymundo Ottoni de Castro Maya em 1935. Foi utilizada como casa de veraneio e festas até ser transformada em Museu do Açude, passando a funcionar aberta ao público a partir de 1964. O surgimento do Museu do Açude tem início com a criação da Galeria Debret, construída para expor a coleção de obras de autoria de J. B. Debret. Em 1962, é criada a Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya, com a finalidade de promover e divulgar atividades de caráter artístico e cultural, motivo pelo qual transferiu para a Fundação bens e rendas, inclusive a casa do Açude e as obras de arte lá expostas. A história da Fundação chega ao fim em 1982 e seus edifícios e acervos são incorporados ao governo federal, criando-se, assim, os Museus Castro Maya, formado pelo Museu do Açude e Museu Chácara do Céu. Realiza-se o desejo de Castro Maya de eternizar seu legado, destinando ao público itens de sua coleção particular, locações e os cenários que havia construído para apresentar suas obras.
Transformações Espaciais
De origem oitocentista, nos anos 1920, a casa do Açude passou por extensa remodelação, o que lhe conferiu caracterização arquitetônica neocolonial. Alguns exemplos das modificações ocorridas a partir da década de 20 são: a inserção de painéis de azulejos portugueses, telhões, construção de pavilhões e aumento do espelho d'água. O Museu do Açude foi aberto em 1964 e em 1972 foi fechado para a realização de obras de restauração, sendo reaberto ao público em 1974. No mesmo ano, o conjunto foi tombado, incluindo o entorno paisagístico e os acervos históricos e artísticos.
Setorização
No térreo da casa principal ocorrem as exposições de longa duração, enquanto no pavimento superior funciona a Reserva técnica visitável de mobiliário. A Galeria Debret e as Cavalariças funcionam como áreas expositivas e o Jardim de Inverno recebe eventos e oficinas. No Pavilhão encontram-se mais áreas expositivas e os setores administrativos do Museu. A área externa também é utilizada como área de exposição.
Espaços Expositivos
A casa principal abriga as exposições de longa duração, sendo no piso térreo, cômodos ambientados como sala de jantar, cozinha e lavabo e no pavimento superior, a reserva técnica de mobiliário aberta à visitação. A Galeria Debret oferece exposição de pedras litográficas e as Cavalariças guardam a exposição sobre a Floresta da Tijuca. No Pavilhão há a exposição "Retratos de Castro Maya", que conta um pouco da história, exibe objetos e fotografias do patrono, assim como uma linha do tempo da sua história.
Área Construída do Conjunto
2.153,00 m²
Conjunto Arquitetônico
Composto pela Casa Principal, Pavilhão, Galeria Debret, Galeria Rugendas (Cavalariças), Adega e Jardim de Inverno. A área externa possui uma piscina e espelho d’água.
Estilo Arquitetônico
Volumetria
A implantação do conjunto é em formato de "U“, contando com a Casa principal, que é composta por volume de dois pavimentos, a Galeria Debret e o Jardim de Inverno. No centro do conjunto está localizado o espelho d'água.
Sistema Construtivo
Pisos em madeira, pedra e ladrilho hidráulico. Paredes revestidas parcialmente por azulejos decorados. Cobertura em telhas cerâmicas tipo capa e canal, decoradas no beiral.