Anexos
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Espaço Expositivo Museu Casa da Princesa
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Espaço Expositivo Museu Casa da Princesa
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Fachada Museu Casa da Princesa 3D
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Registro histórico Museu Casa da Princesa
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Setorização Museu Casa da Princesa
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Vista aérea Museu Casa da Princesa
Metadados
Nome do Museu
Título
Museu Casa da Princesa
Contexto Histórico
Reconhecida por seu valor arquitetônico como um dos últimos exemplares de casas setecentistas do Brasil, a edificação, datada do século XVIII, foi tombada em nível federal em 1954. Ao longo do tempo, passou por diversas transformações em sua configuração espacial. Em 28 de junho de 1981, o imóvel foi oficialmente reaberto à sociedade pilarense com a função de museu, sob o nome de Museu Casa Setecentista, também conhecido como Museu Casa das Rótulas. Posteriormente, passou a ser chamado de “Casa da Princesa”, consolidando-se como um dos principais equipamentos culturais da região. O edifício foi restaurado em 2016, com a modernização dos banheiros e das instalações prediais. Em 2018, foi implementada uma nova expografia, com o objetivo de garantir a preservação do acervo e ampliar o acesso da população ao museu.
Transformações Espaciais
O imóvel foi restaurado entre 1979 e 1980, sendo reaberto ao público em 1981. Em 2016, passou por uma nova intervenção, que contemplou a recuperação da cobertura, forros, pisos, instalações elétricas, sistema de drenagem e requalificação dos banheiros. A expografia do museu foi completamente renovada em 2018, com uma nova conceituação museológica, reorganização do circuito expositivo, implementação de novo mobiliário e desenvolvimento da comunicação visual da instituição.
Setorização
A casa possui doze cômodos, além de uma área verde composta pelo quintal e um terreno lateral. A parte frontal é destinada às salas de exposição de longa duração, enquanto a parte posterior abriga a área administrativa, que inclui duas salas de reserva técnica, o setor administrativo, a copa e os sanitários.
Espaços Expositivos
Os espaços expositivos têm como temática central as memórias e histórias da cidade de Pilar de Goiás, valorizando o processo de formação do museu e do seu acervo. As sete salas expositivas são organizadas em núcleos temáticos que abrangem: linha do tempo, surgimento, expansão, permanência e trabalho, economia e tecnologia, devoção e cotidiano. O acervo reúne diversos objetos relacionados às temáticas: guerra, artes, pecuária, construção, vida cotidiana regional, além de fragmentos cerimoniais indígenas, entre outros.
Área Construída do Conjunto
216,46 m²
Conjunto Arquitetônico
Composto pelo edifício principal, conhecido como Casa Setecentista, e por amplas áreas verdes que integram o espaço do museu.
Estilo Arquitetônico
Volumetria
Casa senhorial térrea, organizada em planta retangular, que se destaca pela presença de uma varanda ampla na fachada posterior, que proporciona integração entre os ambientes internos e o espaço externo.
Sistema Construtivo
Os pisos são compostos por madeira e lajeado. As paredes são de alvenaria de taipa de pilão e adobe, revestidas internamente com argamassa à base de areia e cal. A cobertura é sustentada por uma estrutura de madeira e coberta por telhas cerâmicas do tipo capa e canal, características da arquitetura regional.